sexta-feira, 24 de maio de 2013

Bayern de Munique x Borussia Dortmund: decisão sem favorito!

A Liga dos Campeões, a principal competição do planeta bola, vai conhecer seu grande campeão neste sábado, a partir das 15h45 (horário de Brasília), no lendário estádio Wembley, em Londres.
Bayern de Munique e Borussia Dortmund duelam em busca da taça, num clássico alemão que promete apresentar todos os ingredientes de uma grande decisão: rivalidade, nervos à flor da pele, grandes estrelas...
Um duelo de gigantes e sem favorito.
Enganam-se aqueles que apostam todas as fichas no Bayern de Munique que é, sem dúvida, o grande time a ser batido no atual futebol mundial.
O Borussia Dortmund provou sua força na semifinal, quando superou o Real Madrid com personalidade, abrindo ótima vantagem ainda no primeiro duelo. Por isso não ouso apontar o Bayern como franco favorito, desprezando o potencial da equipe de Dortmund.
Vale lembrar que este Bayern carregou o favoritismo na última decisão da Liga, diante do Chelsea, e acabou com um frustrante vice-campeonato.
Comento há cerca de quatro anos a Bundesliga, o qual classifico como a principal competição europeia, acima do futebol inglês e espanhol, por exemplo. Acompanhei de perto o bicampeonato do Dortmund (2009/10 e 2011/12) e a atual campanha avassaladora do Bayern, que bateu campeão da atual temporada com seis rodadas antes do término da competição.
Dito isso, aposto com convicção que se trata de uma decisão sem favorito. O Bayer de Munique tem mais estrelas individuais, é fato, mas a disciplina tática e a força do conjunto do Borussia Dortmund impressionam. O equilíbrio vai marcar a decisão.

As estrelas

Pelo Bayern, destaco uma trinca de estrelas formada por Schweinsteiger, Robben e Ribéry. O primeiro um volante que está entre os melhores do mundo e os outros dois que se destacam pelo poder de decisão. Os três, inclusive, entrarão em campo neste sábado para enterrar a maldição do vice.
O trio estava em campo nas derrota do Bayern nas decisões diante da Internazionale de Milão (2009/10) e diante do Chelsea, no ano passado.
Do outro lado, no Borussia, o trio formado pelos poloneses Cuba, Lewandowski e pelo menino de ouro Marco Reus impulsiona o time amarelo e preto. O primeiro, um meia hábil e de muita movimentação e que carrega o rótulo de “motorzinho” do time alemão.
Já os outros dois se destacam pelos gols. O super artilheiro Lewandowski, que foi decisivo na eliminação do Real, e Reus, que deixou o Borussia Monchengladbach para brilhar entre as estrelas de Dortmund.
É verdade que o novato Mario Götze, estrela do Borussia e já negociado com o rival Bayern, está fora da decisão por motivo de contusão. Polêmica à parte, já que muitos contestam a lesão do craque, acreditando que o astro será mesmo preservado, é uma enorme baixa para o time de Dortmund.

Jupp Heynckes x Jürgen Klopp

O super clássico apresenta ainda um duelo especial entre os treinadores. Jupp Heynckes, comandante do Bayern, tenta seu último passo pela consagração. Um dos maiores jogadores da história do futebol alemão deixará o cargo, rumo à aposentadoria, cedendo o posto ao badalado espanhol Pep Guardiola. Antes, porém, quer o título.
Já Jürgen Klopp, elevando a condição de santo entre os fanáticos torcedores do Borussia, destaca-se pela mentalidade vencedora que conseguiu impor aos seus comandados e tenta a taça, que seria a sua maior consagração.
Em tempo: Nos últimos nove clássicos entre os rivais, o Borussia Dortmund levou a melhor em cinco deles, batendo o rival. Houve ainda dois empates e duas vitórias do Bayern.
Alguém ainda acredita que exista um favorito na decisão?

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Grandes Craques que vi jogar - Enzo Francescoli, "O Príncipe"!

Enzo Francescoli Uriarte - Destro e muito hábil com a bola nos pés, Francescoli aliava refinada técnica com a raça uruguaia.
Camisa 10 clássico, atuou por grandes clubes europeus, mas fez história com a camisa do River Plate, onde jogou por duas vezes: de 1983 a 1986, e no final da carreira, quando se aposentou pelo clube argentino, de 1994 a 1997.
Pela seleção uruguaia, Francescoli, hoje com 51 anos, atuou por 15 anos, cumprindo 73 partidas e marcando 17 gols.
Iniciou a carreira no Montevideo Wanderers, passando por Racing Paris, Olympique de Marseille, Cagliari e Torino, além das duas passagens pelo River Plate.
Torcedor apaixonado do Peñarol, poderia ter iniciado a carreira no lendário clube uruguaio, mas insatisfeito com a condução dos testes no time do coração, preferiu outros rumos. Azar do Peñarol...
Enzo Francescoli ganhou apelido de “O Principe” pelo jeito clássico de jogar. Autêntico camisa 10, foi sempre o capitão de suas equipes e da seleção celeste e batia falta com maestria. Um craque de bola!
Sua genialidade inspirou outros craques. Zinedine Zidane é o mais emblemático deles. O francês se inspirou no modelo de jogo de Francescoli e chegou a utilizar a camisa do ídolo por baixo da sua em algumas partidas. A idolatria do ex-jogador francês chegou a ponto de batizar o filho com o nome do uruguaio: Enzo Francescoli Zidane.
A safra de Francescoli é especial. Muito rara no futebol atual. Visualizo poucos jogadores com a classe do uruguaio, que sempre fez jus à lendária camisa 10. Este deixou saudades!

Chateado com o “papai”, Fabuloso não reforçará rivais brasileiros

Juvenal Juvêncio, o atual “dono” do São Paulo, sempre tratou Luís Fabiano como um filho. Na condição de dirigente e uma espécie de pai do atacante, o mandatário tricolor sempre passou a mão na cabeça do artilheiro mesmo nos momentos de maior rebeldia do craque. Muito afago e pouca ou quase nenhuma repreensão. Deu no que deu.
Como um filho mimado, Luís Fabiano se revoltou com o “papai”, no primeiro pito dado por Juvenal Juvêncio. Após a queda do time no Paulistão e na Libertadores, o presidente tricolor garantiu que se aparecessem propostas pelo astro analisaria e, como um pai desnaturado, abriria mão do filho rebelde.
Fabuloso, como é conhecido pela torcida, melindrou-se com a atitude do presidente. Após o amistoso desta quarta-feira, diante do Londrina (o Tricolor venceu por 2 a 1), o artilheiro se mostrou magoado e falou em tom de despedida do clube.
Luís Fabiano não esperava pelas declarações de Juvenal Juvêncio, já que sempre aprontou as suas rebeldias sem nunca ser chamado atenção. Como uma relação pai e filho, quando a rédea torna-se curta, a revolta vem à tona. Dito e feito...
Este blogueiro falou nesta quarta-feira com uma pessoa ligada ao presidente Juvenal Juvêncio, que garantiu: o jogador está mesmo à venda, mas não para o mercado interno. O presidente tricolor não quer reforçar nenhum rival que disputa o Brasileirão.
O problema é que surgiram sondagens apenas de clubes do país. Já do exterior o que foi apresentado a Juvenal Juvêncio não agradou. Apenas promessas...
Luís Fabiano, de bico, vai seguir no clube, caso não tenha uma boa proposta do exterior. O desejo de negociar o craque, no entanto, segue em alta no Morumbi.
Fato é que Luís Fabiano não vingou em sua volta ao Tricolor. Artilheiro nato, balançou as redes em alguns jogos, mas manteve a sina de ficar de fora das decisões. Foi assim no Paulistão, Sul-Americana, Libertadores...
As contusões também atrapalharam o atacante, que já chegou machucado ao Morumbi. Luís Fabiano demorou a jogar e quando teve condições de ter uma sequência com a camisa do clube, tropeçou em seu temperamento explosivo. A diretoria foi até muito paciente com o atacante.
O artilheiro não conseguiu se firmar na seleção brasileira, o que estava nos planos do Tricolor. Com a imagem vinculada à seleção, o clube poderia explorar a imagem do craque, que sabe fazer gols, mas não tem carisma. O projeto naufragou.

Torcida ataca Juvenal

Como no mundo do futebol o paternalismo é uma realidade, parte da torcida está ao lado do craque. E contra Juvenal Juvêncio. Pelas redes sociais, torcedores pedem pela permanência do artilheiro e pela saída do presidente tricolor. A revolta é grande.
O passionalismo do torcedor é explicável. A torcida não analisa a relação custo x benefício. Para os fanáticos de plantão, o ídolo pode tudo. Mas essa realidade é só vista aqui no Brasil, cuja relação do jogador com o clube é de mão única, ou seja, o atleta só tem direitos, já os deveres não são colocados sobre a mesa.
Como mandatário de um dos principais clubes do futebol brasileiro, Juvenal Juvêncio agiu de forma correta com Luís Fabiano. Colocar o jogador à venda, após um período de desmandos por parte do artilheiro, é algo normal no futebol mundial.
A revolta da torcida também deve ser respeitada. Mas o clube não pode abrir mão do profissionalismo. É preciso cobrar e manter no grupo quem dá lucro, ou seja, atletas vencedores e que agregam ao grupo.
Já Luis Fabiano declara amor ao São Paulo, colocando o Tricolor acima do espanhol Sevilla e da Ponte Preta, seus ex-clubes, na escala de amor dentro do seu coração. Desta forma, o artilheiro segue em alta com a nação tricolor, mas em baixa com os dirigentes. A relação está mesmo estremecida.

Foto: Uol

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Brasileirão: Atlético-MG e Corinthians são favoritos ao título

Mais um arrastado e modorrento Brasileirão se inicia no próximo final de semana. A principal competição do futebol brasileiro segue inchada, com 20 clubes na disputa e com uma fórmula que não agrada em 100% a torcida.
A unanimidade é algo realmente difícil de se alcançar, mas o número de insatisfeitos com a fórmula do nacional e as mazelas que os pontos corridos trazem à competição tem aumentado consideravelmente nos últimos anos. Isso deve ser refletido por todos que amam o futebol sem radicalismo.
Este blogueiro, particularmente, não gosta da fórmula por pontos corridos e nunca escondeu isso. Quem acompanha este espaço, sabe disso. Alguns respeitam, outros atacam a opinião alheia, mas faz parte... O mundo do futebol é assim.
A fórmula ideal de disputada que defendo é o famoso mata-mata e com menos clubes envolvidos. Ideal seria um Brasileirão com 16 clubes e com menos datas. Logo, menos chato também.
Desta forma qualificar-se-ia a divisão de elite, com equipes mais capacitadas para a disputa e daria ainda mais emoção e força para a Série B, a popular segunda divisão nacional, que contará neste ano com o Palmeiras.
Mas como a fórmula de disputa já está definida e será novamente por pontos corridos, a experiência de outros anos nos traz a certeza de que o campeonato vai demorar para empolgar e quando atingir o ápice, entre outubro e novembro, poderá, de novo, ficar marcado pelo desinteresse de alguns clubes, que apenas cumprirão tabela ou entrarão em campo com intuito de prejudicar o maior rival, manchando mais uma edição do nacional.

Alvinegros favoritos

Como não podia ser diferente, o atual Brasileirão tem seus favoritos antes mesmo de a bola rolar. Mas a lista não é grande como muitos teimam em afirmar ano após ano. Vejo cinco equipes fortes na disputa e em condições de sonhar com o caneco. São elas: Atlético-MG, Corinthians, Fluminense, Grêmio e Internacional.
Destes cinco clubes, dois deles – Galo e Timão - estão num patamar acima dos demais e, portanto, franco favoritos ao título nacional.
Outros tantos clubes correm por fora, casos de São Paulo, Santos, Botafogo, Cruzeiro e até Vitória e Coritiba, que cumpriram bons regionais, tornando-se campões em seus estados. Todos dão pinta de que brigarão por vaga na Libertadores ou Sul-Americana.
Detalhe: o Santos pode vender Neymar agora para o exterior (Barcelona e Real Madrid brigam pelo craque). Sem o astro, o time santista perderia muita da sua força e, é claro, do favoritismo. Já o São Paulo, com a mesma base da Libertadores e do Paulistão e sem grandes reforços, podendo até mesmo perder jogadores titulares, como o atacante Osvaldo, não poderá sonhar com objetivos maiores na competição. É fato também...
Já com relação ao rebaixamento, que assim como nos outros anos degolará quatro clubes, a briga promete ser acirrada. Portuguesa e Bahia aparecem como candidatos em potencial à degola pela fragilidade dos seus times no estadual.
A equipe baiana foi finalista no regional, mas mesmo assim não apresenta um time com a competitividade que o Brasileirão exige para se manter na primeira divisão. Fica o alerta ao tricolor baiano...
Outros clubes importantes do cenário brasileiro devem entrar no nacional preocupados também com a degola, casos de Flamengo e Vasco. Dois clubes supercampeões, mas que não atravessam boa fase e apresentam elencos limitados. O risco de degola é também real.

Calendário joga contra

O maior problema do Brasileirão é a ameaça que persegue os clubes de perder jogadores importantes durante a competição. Seja no meio do ano ou na janela de agosto, os times brasileiros iniciam o nacional com um elenco, porém podem chegar em dezembro enfraquecidos com a perda de atletas importantes.
O contrário acontece também. Os times ganham reforços durante a disputa do Brasileirão e dependendo da qualidade do jogador contratado, o time passa de simples aposta a favorito ao caneco. Depende muito da qualidade do reforço.
Essa é mais uma mazela do nacional e que sempre levanta a discussão da necessidade de se mudar o calendário, adequando o mesmo ao europeu, poupando assim os clubes daqui de perderem suas estrelas em meio à disputa.
No entanto essa ideia sofre resistência. O assunto é tão polêmico que nem mesmo este blogueiro tem opinião formada sobre essa mudança e se a mexida no calendário seria salutar ao futebol brasileiro.
Vale ressaltar também que muitos torcedores sempre perguntam da força do Brasileirão e se o mesmo estaria no mesmo nível das grandes competições europeias como a Bundesliga, a grande competição nacional do futebol alemão.
Ressalto a força do nacional daqui. No entanto, vejo o Brasileirão como um produto maltratado pela CBF, clubes e torcida. Como já citei, peca na fórmula de disputa e no número de times participantes. Além disso, sofre como espetáculo.
O torcedor é maltratado no estádio, que quase sempre não está com sua capacidade máxima justamente por isso. Sendo assim fica muito abaixo das principais competições europeias.
O Brasileirão precisa ser revisto. É fato. Mas isso fica para o futuro, talvez para 2014. O nacional já vai começar no próximo final de semana com seus erros, acertos, favoritos e zebras.
Resta fazer as apostas e torcer. Não só pelo seu clube do coração, mas para que as mazelas não derrubem a credibilidade do torneio. Espero que o Brasileirão faça jus a partir do final de semana ao rótulo de principal competição do calendário do futebol brasileiro. Vamos torcer!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Santos vive dilema duplo com a possível saída de Neymar. Opine!

Que o Santos é maior que o menino Neymar ninguém duvida. É fato. Assim como afirmar que o Alvinegro é dependente do craque não é motivo de discórdia, afinal os números e conquistas recentes provam isso.
Afirmar também que o Santos depende de Neymar não é um desrespeito para com os demais profissionais que estão no clube. É a mesma coisa quando afirmamos que o Barcelona é dependente da genialidade de Lionel Messi. Normal isso, uma constatação óbvia.
Dito isso, pergunto: Sem Neymar, como seria o futuro do Santos?
Uma resposta óbvia e bastante fria é a seguinte: A vida segue...
Mas e como seria para o clube perder sua joia rara agora, já no próximo mês, deixando de ter um espaço maior na mídia, além de ver o time ter uma queda brutal tecnicamente falando?
A situação do Santos é delicada. E tensa. Neymar fora da Vila Belmiro seria péssimo para o clube também pelo lado financeiro. Mas se o astro seguir na Vila Belmiro o desastre financeiro será ainda maior. Explico...
Se Neymar sair agora, o Santos poderá receber ainda alguns milhões de indenização pelo craque, que tem contrato até o ano que vem. Não será o valor integral da multa, que é ainda milionária, mas hoje ilusória, uma utopia. Esqueçam...
Para vender agora, o Santos teria de aceitar um valor irrisório pelo o que vale realmente o craque. O clube está numa encruzilhada: É vender ou amargar um prejuízo ainda maior no ano que vem, ao final do vínculo.
Neymar e seu staff torcem o nariz para uma negociação neste momento. Eles preferem que o craque siga no país e saia apenas no ano que vem, numa negociação bem mais vantajosa para o jogador, que receberia muito mais dinheiro, enquanto o Santos ficaria responsável apenas pela assinatura da sua transferência.
O pai de Neymar já confidenciou a amigos que não deixaria o Santos na mão, ao final do contrato. Como forma de gratidão, repassaria um valor substancial ao time da Vila. Atitude sensata e carinhosa do pai do craque, mas que não cobriria nem de perto os milhões que o Santos precisa e poderia ter recebido, caso tivesse vendido o craque no ano passado, por exemplo.
A permanência de Neymar no Santos foi ótima para o jogador e para a torcida, além de motivo de festa para os dirigentes, que nada mais são do que torcedores travestidos de cartolas. Mas péssima para o clube. Eu afirmei isso assim que o contrato fora renovado.
O Santos precisava da multa integral da sua joia. Essa é a realidade. A esta altura, o Santos já perdeu dinheiro. O momento é delicado e desesperador para os dirigentes.

Cofres vazios

O clube precisa vender Neymar. O problema é que a pouco mais de um ano do término do contrato, os times estrangeiros exploram o desespero santista e oferecem pouco, quase uma ninharia pelo craque.
Soma-se a isso o desejo de quem administra a carreira do jogador, que prefere ver Neymar cumprindo o contrato até o fim para só depois partir rumo à Europa. Isso tudo torna a situação ainda mais difícil e dramática para o Santos.
Sem Neymar, o Santos não perderia apenas a sua principal estrela, mas ficaria também com os cofres vazios e com a necessidade imediata de formar um time ainda mais competitivo.
O Santos de hoje é uma equipe que tem bons jogadores, mas que sem a presença do craque perde a identidade. O elenco aprendeu a se escorar na genialidade do garoto de 21 anos.
Das duas uma: ou o Santos acha um novo Neymar como num passe de mágica ou os dias serão bem difíceis na Vila Belmiro diante de um possível adeus do craque.
A venda de Neymar agora minimizaria o enorme prejuízo que o clube já contabiliza. Então que o Santos aceite a realidade das cifras oferecidas e negocie Neymar imediatamente. E que o craque, por gratidão ao clube, desista de cumprir o contrato até o fim e ajude o Santos a corrigir um equivoco administrativo que foi segurar a sua maior estrela no clube, ciente de que dependia dos milhões da venda do craque para o exterior.

Foto: Gazeta Press